“O sector conserveiro foi um ícone. O maior exportador. O maior dinamizador social. Eram centenas de fábricas, hoje são 20. Mas ao lado das ruínas ainda há resistentes. Em três anos, as exportações cresceram 37%. E Portugal parece despertar de novo para as conservas, como a sardinha em lata, verdadeiro símbolo nacional apreciado em todo o mundo como iguaria. Contudo, a matéria-prima rainha da indústria não está a chegar às lotas em quantidade e nas fábricas aguarda-se a chegada de peixe. A história não acaba aqui.”
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Fonte: Público – 18 de agosto de 2012
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