Publicado por: pongpesca | 2010/06/23

EcoDebate: Desastre ambiental no Golfo do México

Vazamento pode prejudicar ecossistemas das profundezas do GolfoDesastre ambiental no Golfo do México: Vazamento pode prejudicar ecossistemas das profundezas do Golfo

“O leito profundo do mar antes era considerado um deserto biológico. A vida, segundo a lógica, era sinônimo de luz e fotossíntese. O sol alimentava as cadeias alimentares do planeta e apenas alguns poucos detritívoros eram capazes de perambular pelo abismo excepcionalmente escuro.

Então, em 1977, oceanógrafos trabalhando nas profundezas do Pacífico se depararam com ecossistemas bizarros, repletos de moluscos, mexilhões e vermes tubulares – uma cornucópia de vida abissal que vivia de micróbios que habitavam as águas quentes, ricas em minerais, que brotavam das fendas vulcânicas, alimentando-se das substâncias químicas que vazavam para a água do mar, servindo de base para cadeias inteiras de vida que viviam muito bem sem a luz do sol. Reportagem de William J. Broad, The New York Times.”

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Trabalhadores tentam retirar o petróleo, em Bay Barataria , próximo de Grand Isle, LouisianaDesastre ambiental no Golfo do México: O vazamento de petróleo seria o Chernobil da indústria petroleira?

“Um poço entre 56 mil poços. Uma perfuração a mais no golfo do México. Em porcentagem, cerca de 0,0017% de possibilidades de que algo falhasse. E aconteceu. Em 20 de abril, a 64 quilômetros da costa da Luisiana (EUA), algo deu errado. Muito errado. Tanto que se pode estabelecer um antes e um depois para aquele que ainda é o negócio mais rentável do mundo: o do petróleo.

Nesse dia de abril, por motivos ainda desconhecidos, a plataforma de exploração em águas profundas Deepwater Horizon, alugada pela gigante BP para perfurar e extrair petróleo a 1.500 metros sob o mar, explodiu. O mais grave: as 11 vidas perdidas. O mais preocupante: a possibilidade de que uma maré negra arrase centenas de quilômetros das costas dos Estados Unidos, México e até de Cuba.

Quase dois meses depois da explosão, ainda se desconhecem suas causas e também suas consequências. Nem sequer se sabe quanto petróleo ainda está saindo pelo gêiser de piche no qual se transformou o poço aberto pela Deepwater Horizon. Reportagem de Santiago Carcar, El País.”

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Fonte: EcoDebate – 23 de Junho de 2010


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