Publicado por: pongpesca | 2012/08/27

Lei vai mudar. “Até me ferve o sangue de pensar que o meu filho não pode ir mariscar comigo”

“Francisco e Tiago Violante, pai e filho, não podem mariscar juntos. Moram na mesma casa na aldeia de Sonega, a escassos quilómetros de Porto Covo. O pai, de 53 anos, nasceu em Sines e pode apanhar marisco, mas o filho, de 27 anos, nasceu em Santiago do Cacém e está proibido por lei de “ir à maré” para a tradicional apanha de polvos, lapas, mexilhões e perceves. Confuso? A culpa é da legislação aprovada em 2009 pelo anterior Governo, que define a atividade de pesca lúdica e de lazer (sem fins comerciais) em todo o território nacional, com regras muito específicas para o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.”

Ver artigo completo aqui.

Fonte: Dinheiro Vivo – 21 de julho de 2012


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