Publicado por: pongpesca | 2015/05/05

Mar: assim não vamos lá – Ricardo Serrão Santos

“Considero-me um privilegiado por ter nascido numa época em que pude usufruir do mar ainda com um sentido de aventura. E por viver numa nova época em que o conhecimento e as tecnologias permitem olhar profundamente. Atualmente, estamos a desvendar os segredos das mais ínfimas moléculas e até o modo de funcionamento dos mega-ecossistemas.

Durante a minha vida, tive a sorte de estar envolvido no estudo do grande Atlântico a bordo dos mais modernos navios oceanográficos. Realizei mergulhos a grandes profundidades em submersíveis tripulados. Tive a sorte de viver numa época onde a cooperação científica estava a crescer sob a égide do “Direito Internacional do Mar”, que apela a uma utilização sustentável e pacífica dos oceanos, baseada no conhecimento científico. Durante esse tempo, uma geração de cientistas inventariou a biodiversidade marinha, estudou a conectividade e os complexos saldos biogeoquímicas envolvidos no funcionamento dos ecossistemas marinhos. Ao longo de 30 anos, experimentei a singularidade, a diversidade e a fragilidade destes ecossistemas oceânicos. Durante este período, aprendi também como as atividades humanas tiveram impactos na estrutura, diversidade, função e serviços dos ecossistemas marinhos.”

Ver artigo completo aqui.

Fonte: Público – 5 de maio de 2015


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