Publicado por: pongpesca | 2018/11/05

Aqui só resta um cavalo-marinho

“Um cavalo-marinho, apenas um. Mais de trinta minutos de mergulho, uma área de 240 metros quadrados varrida ao pormenor no canal de Faro, e quando voltou à superfície o biólogo Miguel Correia só tinha preenchido uma linha do quadro subaquático de registo: “hippocampus guttulatus, sexo masculino, jovem adulto”. Estava com esperança de que, pelo menos ali, os números fossem animadores. Há cinco anos, durante a pesquisa para o doutoramento sobre as duas espécies existentes no Parque Natural da Ria Formosa, contabilizou naquele local, em frente ao cais comercial, dezenas de exemplares. “É uma depressão, um desânimo inexplicável”, desabafa.”

Ver artigo completo aqui.

Fonte: Expresso, 1 de novembro de 2018

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